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José Saramago - Das Evangelium Nach Jesus Christus
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José Saramago - El ​hombre duplicado
Una ​novela que se lee con la avidez de un relato de intriga pero que nos sumerge en las cuestiones esenciales de la vida. ¿Qué sucede cuando Tertuliano Máximo Alfonso descubre a sus treinta y ocho años que en su ciudad vive un individuo que es su copia exacta y con el que no le une ningún vínculo de sangre? Ése es el interrogante que Saramago, explorando de nuevo las profundidades del alma, plantea en El hombre duplicado. ¿Cómo saber quiénes somos? ¿En qué consiste la identidad? ¿Qué nos define como personas individuales y únicas? ¿Podemos asumir que nuestra voz, nuestros rasgos, hasta la mínima marca distintiva, se repitan en otra persona? ¿Podríamos intercambiarnos con nuestro doble sin que nuestros allegados lo percibiesen? Innovando frente a las convenciones de la novela, Saramago convierte la voz narradora en sujeto activo, en un juego metaliterario que pone al servicio de la historia y que va mucho más allá de las rupturas estrictamente formales.

José Saramago - The ​Stone Raft
The ​Stone Raft (Portuguese: A Jangada de Pedra) is a novel by Nobel Prize in Literature-winning Portuguese writer José Saramago. It was written in 1986, and was translated into English in 1994. The basic premise of the novel is that the Iberian Peninsula has broken off the European continent and is floating freely in the Atlantic Ocean; bureaucrats around the world are forced to deal with the traumatic effects, while five characters from across Portugal and Spain are drawn ever closer to one another, embarking on a journey within the peninsula as the landmass journeys itself. (Wikipedia)

José Saramago - A ​Bagagem do Viajante
Estas ​crónicas foram publicadas, pela primeira vez, no diário _A Capital_ (1969) e no semanário _Jornal do Fundão_ (1971-1972). « _A Bagagem_ [_do Viajante_] é um livro escrito semana a semana, crónica após crónica, pequeno sismógrafo atento aos acontecimentos de fora e as lembranças de dentro.»

José Saramago - El ​silencio del agua
«Regresé ​al lugar, el sol ya se había puesto, lancé el anzuelo y esperé. No creo que exista en el mundo un silencio más profundo que el silencio del agua. Lo sentí en aquella hora y nunca lo he olvidado». A orillas del río Tajo, durante una solitaria tarde de pesca, un niño está a punto de atrapar al gran pez. En el mismo momento en que pierde a su presa, comienza para él una conmovedora aventura que concluirá con el despertar de la lucidez. A partir de un recuerdo de infancia, el Premio Nobel portugués José Saramago elabora en El silencio del agua una fábula de extraordinaria belleza y sabiduría.

José Saramago - Cecità
In ​una città qualunque, di un Paese qualunque, un automobilista è fermo al semaforo, in attesa del verde, quando si accorge di perdere la vista. All'inizio pensa si tratti di un disturbo passeggero, ma non è così. Gli viene diagnosticata una malattia sconosciuta: un "mal bianco" che avvolge le vittime in un candore luminoso, simile a un mare di latte. Non si tratta di un caso isolato: è l'inizio di un'epidemia che colpisce progressivamente tutta la città e l'intero Paese. I ciechi vengono rinchiusi in un ex manicomio e costretti a vivere nel più totale abbrutimento da chi non è stato ancora contagiato. Tra la violenza e la lotta per la sopravvivenza si inserirà la figura di una donna che, con un gesto d'amore, ridarà speranza all'umanità.

José Saramago - A ​Noite
Este ​jornal é uma força, meu caro Valadares, uma força.

José Saramago - La ​caverna
Con ​las dos novelas anteriores Ensayo sobre la ceguera y Todos los nombres, este nuevo libro de José Saramago, forma un tríptico en que el autor deja escrita su visión del mundo actual. Una pequeña alfarería, un centro comercial gigantesco. Un mundo en rápido proceso de extinción, otro que crece y se multiplica como un juego de espejos donde no parece haber límites para la ilusión engañosa. Todos los días se extinguen especies animales y vegetales, todos los días hay profesiones que se tornan inútiles, idiomas que dejan de tener personas que los hablen, tradiciones que pierden sentido, sentimientos que se convierten en sus contrarios. Una familia de alfareros comprende que ha dejado de serle necesaria al mundo. Como una serpiente que muda de piel para poder crecer en otra que más adelante también se volverá pequeña, el centro comercial dice a la alfarería: «Muere, ya no necesito de ti».

José Saramago - El ​lagarto
Un ​precioso álbum infantil de José Saramago con las magníficas xilografías de J. Borges. El Lagartoes una historia corta incluida en _El equipaje del viajero_ (1973), un volumen que reunió las crónicas escritas por José Saramago para el diario A Capitaly el semanario Jornal do Fundãoentre 1971 y 1972. La historia narra la aparición en Chiado de un misterioso lagarto, cuya presencia sorprende a los transeúntes y moviliza a los bomberos, el ejército y la aviación. Con un estilo claro y preciso, la fábula ofrece una pluralidad de direcciones capaz de cautivar a los lectores de todas las edades.

José Saramago - Skylight
A ​previously unpublished novel by a literary master, Skylight tells the intertwined stories of the residents of a faded apartment building in 1940s Lisbon. Silvestre and Mariana, a happily married elderly couple, take in a young nomad, Abel, and soon discover their many differences. Adriana loves Beethoven more than any man, but her budding sexuality brings new feelings to the surface. Carmen left Galicia to marry humble Emilio, but hates Lisbon and longs for her first love, Manolo. Lidia used to work the streets, but now she’s kept by Paulo, a wealthy man with a wandering eye. These are just some of the characters in this early work, completed by Saramago in 1953 but never published until now. With his characteristic compassion, depth, and wit, Saramago shows us the quiet contentment of a happy family and the infectious poison of an unhappy one. We see his characters’ most intimate moments as well as the casual encounters particular to neighbors living in close proximity. Skylight is a portrait of ordinary people, painted by a master of the quotidian, a great observer of the immense beauty and profound hardships of the modern world.

José Saramago - O ​Conto da Ilha Desconhecida
Um ​homem vai ao rei e lhe pede um barco para viajar até uma ilha desconhecida. O rei lhe pergunta como pode saber que essa ilha existe, já que é desconhecida. O homem argumenta que assim săo todas as ilhas até que alguém desembarque nelas. Este pequeno conto de José Saramago pode ser lido como uma parábola do sonho realizado, isto é, como um canto de otimismo em que a vontade ou a obstinaçăo fazem a fantasia ancorar em porto seguro. Antes, entretanto, ela é submetida a uma série de embates com o status quo, com o estado consolidado das coisas, como se da resistęncia ŕs adversidades viesse o mérito e do mérito nascesse o direito ŕ concretizaçăo. Entre desejar um barco e tę-lo pronto para partir, o viajante vai de certo modo alterando a idéia que faz de uma ilha desconhecida e de como alcançá-la, e essa flexibilidade com certeza o torna mais apto a obter o que sonhou.

José Saramago - História ​do Cerco de Lisboa
Raimundo ​Silva, solteiro, solitário, ganha a sua vida exercendo honestamente a sua profissão de revisor tipográfico. Da editora para a qual habitualmente trabalha recebe um dia as provas de um livro de um importante historiador sobre a história do cerco de Lisboa, o primeiro cerco comandado pelo rei Afonso Henriques. Quando chegou àquele capítulo do livro em que o historiador nos informa que o exército de cruzados decidiu dizer sim ao convite do Afonso Henriques para que ajudassem na conquista da cidade, Raimundo Silva substituiu o sim por um não, subvertendo a "verdade" e reescrevendo a história. Como afirma o autor, Raimundo Silva, o personagem principal desta _História do Cerco de Lisboa_ "é um homem simples, vulgar, que só se distingue da maioria por acreditar que todas as coisas têm o seu lado visível e o seu lado invisível e que não lhes tivermos dado a volta completa".

José Saramago - As ​Pequenas Memórias
Cai ​a chuva, o vento desmancha as árvores desfolhadas, e dos tempos passados vem uma imagem, a de um homem alto e magro, velho, agora que está mais perto, por um carreiro alagado. Traz um cajado ao ombro, um capote enlameado e antigo, e por ele escorrem todas as águas do céu. À frente caminham os porcos, de cabeça baixa, rasando o chão com o focinho. O homem que assim se aproxima, vago entre as cordas de chuva, é o meu avô. Vem cansado, o velho. Arrasta consigo setenta anos de vida difícil, de privações, de ignorância. E no entanto é um homem sábio, calado, que só abre a a boca para dizer o indispensável. Fala tão pouco que todos nos calamos para o ouvir quando no rosto se lhe acende algo como uma luz de aviso. Tem uma maneira estranha de olhar para longe, mesmo se esse longe seja apenas a parede que tem na frente. A sua cara parece ter sido talhada a enxó, fixa mas expressiva, e os olhos, pequenos e agudos, brilham de vez em quando como se alguma coisa em que estivesse a pensar tivesse sido definitivamente compreendida. É um homem como tantos outros nesta terra, neste mundo, talvez um Einstein esmagado sob uma montanha de impossíveis, um filósofo, um grande escritor analfabeto.

José Saramago - A ​Caverna
Uma ​pequena olaria, um centro comercial gigantesco. Um mundo em rápido processo de extinção, outro que cresce e se multiplica como um jogo de espelhos onde não parece haver limites para a ilusão enganosa. Este romance fala de um modo de viver que vai sendo cada vez menos o nosso e assoma-se à entrada de um brave new world cujas consequências sobre a mentalidade humana são cada vez mais visíveis e ameaçadoras. Todos os dias se extinguem espécies animais e vegetais, todos os dias há profissões que se tornam inúteis, idiomas que deixam de ter pessoas que os falem, tradições que perdem sentido, sentimentos que se convertem nos seus contrários. Fim de século, fim de milénio, fim de civilização.

José Saramago - Manual ​of Painting and Calligraphy
Manual ​of Painting and Calligraphy was José Saramago's first novel. Written eight years before the critically acclaimed _Baltasar and Blimunda_, it is a story of self-discovery set against the background of the last years of Salazar's dictatorship. A struggling young artist, commissioned to paint a portrait of an influential industrialist, learns in the process about himself and the world around him. The brilliant juxtaposition of a passionate love story and the crisis of a nation foreshadows all of Saramago's major works. A must-have for any devotee of the great Portuguese Nobel laureate, _Manual of Painting and Calligraphy_ is available in the United States for the first time.

José Saramago - The ​Year of the Death of Ricardo Reis
The ​world's threats are universal like the sun but Ricardo Reis takes shelter under his own shadow. Back in Lisbon after sixteen years practicing medicine in Brazil, Ricardo Reis wanders the rain-sodden streets. He longs for the unattainably aristocratic Marcenda, but it is Lydia, the hotel chamber maid who makes and shares his bed. His old friend, the poet Fernando Pessoa, returns to see him, still wearing the suit he was buried in six weeks earlier. It is 1936, the clouds of Fascism are gathering ominously above them, so they talk; a wonderful, rambling discourse on art, truth, poetry, philosophy, destiny and love.

José Saramago - A ​barlang
A ​barlang története tipikus saramagói vízió, mely a platóni múlt és a Szép új világ-ban felvázolt embertelen jövő közötti jelent villantja fel. Megszokott barokkos stílusában a szerző derűs távolságtartással, mégis empátiával mutatja be Cipriano Algor falusi fazekasmester konfliktusát a környéket egyre inkább eluraló gigászi Központtal, mely egyszerre lakópark, pláza, vidámpark és temető - város a városban, vagy talán inkább egyfajta kafkai-orwelli hangulatú rendőrállam az államban. Egy napon a Központ bürokratái közlik a fazekassal, hogy termékeire többé nem tartanak igényt. A következő hetekben a mester lányával és a Központban őrként dolgozó vejével összefogva, erejét megfeszítve küzd a megélhetéséért, alkalmazkodni próbál, ám hiába, a végkifejlet elkerülhetetlen: a kis családnak be kell költöznie a Központba. Itt egy éjjel Cipriano Algor megdöbbentő felfedezést tesz, s ez ismét új irányba fordítja mindannyiuk sorsát. Mint több korábbi kötetében, a szerző ebben a regényében is egy igen egyszerű alaphelyzetből bontja ki a metaforákban és filozófiai párhuzamokban gazdag történetet. Miközben az egyén, a kisember sorsát vizsgálja, akinek adott történelmi és társadalmi helyzetben kell megteremtenie létezése feltételeit, a rá jellemző enyhe iróniával kipellengérezi a fogyasztói társadalom elidegenítő hatásait, és nem fél némi archaikus romantikát csempészni a szereplők életébe. Talán nyíltan vállalt pesszimizmusából eredeztethető a benne rejlő makacs tagadás, melyre már a Lisszabon ostromának históriája is épült, és ami A barlang végső feloldását is meghatározza. „Mert van-e annál felemelőbb érzés - kérdezi Saramago -, mint amikor az ember teljesen szabad akaratából azt mondhatja, hogy nem?

José Saramago - A ​Jangada de Pedra
O ​romance que então escrevi - A Jangada de Pedra - separou do continente europeu toda a Península Ibérica para a transformar numa grande ilha flutuante, movendo-se sem remos, nem velas, nem hélices em direcção ao Sul do mundo, "massa de pedra e terra, coberta de cidades, aldeias, rios, bosques, fábricas, matos bravios, campos cultivados, com a sua gente e os seus animais", a caminho de uma utopia nova: o encontro cultural dos povos peninsulares com os povos do outro lado do Atlântico, desafiando assim, a tanto a minha estratégia se atreveu, o domínio sufocante que os Estados Unidos da América do Norte vêm exercendo naquelas paragens ... Uma visão duas vezes utópica entenderia esta ficção política como uma metáfora muito mais generosa e humana: que a Europa, toda ela, deverá deslocar-se para o Sul, a fim de, em desconto dos seus abusos colonialistas antigos e modernos, ajudar a equilibrar o mundo. Isto é, Europa finalmente como ética. As personagens da Jangada de Pedra - duas mulheres, três homens e um cão - viajam incansavelmente através da península enquanto ela vai sulcando o oceano. O mundo está a mudar e eles sabem que devem procurar em si mesmos as pessoas novas em que irão tornar-se (sem esquecer o cão, que não é um cão como os outros ...). Isso lhes basta.

José Saramago - Small ​Memories
Starred ​Review. Weaving together memories of his Portuguese childhood, Nobel Prize–winner Saramago (1922–2010) presents a lyrical portrait of the artist as a young man. Born in the small village of Azinhaga and raised in Lisbon, Saramago recounts his early days not in the traditional linear fashion but as snippets of reminiscences that flow from one topic—and time period—to another. The days spent in Azinhaga, exploring the countryside with a child's keen eye for adventure and spending time in his maternal grandparents' cottage, are beautifully depicted and resonate even more deeply when Saramago describes the modernization that has made his boyhood home unrecognizable. Readers will also recognize the trademark undercurrent of wit in Saramago's stories, such as how a village joke resulted in his surname being recorded incorrectly on his birth certificate ("Saramago" means wild radish) and how an early attempt to master French was actually a childhood introduction to Molière. Yet all is not merry as Saramago recalls the tragic death of his older brother, Francisco, at age four, which causes him to explore the concept of so-called "false memories," as well as his family's poverty. With its poetic style, this posthumous memoir is the perfect coda to Saramago's distinguished career. (Apr.) (c) Copyright PWxyz, LLC. All rights reserved. From Booklist Starred Review The Portuguese recipient of the 1998 Nobel Prize in Literature died in 2010, leaving for posthumous publication his last novel, the rousing, delightful Elephant's Journey, and this equally charming memoir of his childhood ('the small memories of when I was small'), which is certainly one of the most sheerly beautiful writing exercises in any mode or genre of the season. In common with other writers who take backward glances at life, Saramago spends time'and in his case, lush time'remembering being raised amid idiosyncratic relatives and neighbors, who, if not directly supplying fodder for future writing endeavors, at least gave Saramago an early sensitivity to the fact that the best drama is about ordinary folk (one man is described as someone who 'lacked the intelligence to know which way the wind was blowing, or if indeed there was any wind'). What makes the book so distinctive and charming is that Saramago admits that certain of his memories have a fuzzy provenance'did he actually experience this or that event or just hear about them later?'yet at the same time, he simply lets the narrative roll along in verbal splendor and poignant intimacy, leaving the question of truth-rooted accuracy versus hit-or-miss impressions a moot point. --Brad Hooper

José Saramago - Las ​intermitencias de la muerte
¿Y ​si la gente dejara de morirse? Una brillante sátira del Nobel de Literatura que juega c más profundo del ser humano. «Sabremos cada vez menos qué es un ser humano.» LIBRO DE LAS PREVISIONES En un país cuyo nombre no será mencionado, se produce algo nunca visto desde el principio del mundo: la muerte decide suspender su trabajo letal, la gente deja de morir. La euforia colectiva se desata, pero muy pronto dará paso a la desesperación y al caos. Sobran los motivos. Si es cierto que las personas ya no mueren, eso no significa que el tiempo se haya detenido. El destino de los humanos será una vejez eterna. Se buscarán maneras de forzar a la muerte a matar aunque no lo quiera, se corromperán las conciencias en los «acuerdos de caballeros» explícitos o tácitos entre el poder político, las mafias y las familias, los ancianos serán detestados por haberse convertido en estorbos irremovibles. Hasta el día en que la muerte decide volver... Arrancando una vez más de una proposición contraria a la evidencia de los hechos corrientes, José Saramago desarrolla una narrativa de gran fecundidad literaria, social y filosófica que sitúa en el centro la perplejidad del hombre ante la impostergable finitud de la existencia. Parábola ...

José Saramago - Tutti ​i nomi
Il ​Signor Josè è l'unico che ha un nome proprio in questo romanzo. Il Signor José è scritturale ausiliario presso la Conservatoria Generale dell'Anagrafe di una città anche lei senza nome. Il Signor José è un modello di abnegazione al lavoro e rispetto delle gerarchie. Finché un giorno, dedicandosi alla sua collezione di ritagli di giornale e foto, s'imbatte nei dati di una sconosciuta. E il mite scritturale si trasforma in ladro e falsario, pur di rintracciare la donna senza volto.

José Saramago - A ​Viagem do Elefante
Em ​meados do século XVI o rei D. João III oferece a seu primo, o arquiduque Maximiliano da Áustria, genro do imperador Carlos V, um elefante indiano que há dois anos se encontra em Belém, vindo da Índia. Do facto histórico que foi essa oferta não abundam os testemunhos. Mas há alguns. Com base nesses escassos elementos, e sobretudo com uma poderosa imaginação de ficcionista que já nos deu obras-primas como Memorial do Convento ou O Ano da Morte de Ricardo Reis, José Saramago coloca agora nas mãos dos leitores esta obra excepcional que é A Viagem do Elefante. Neste livro, escrito em condições de saúde muito precárias não sabemos o que mais admirar - o estilo pessoal do autor exercido ao nível das suas melhores obras; uma combinação de personagens reais e inventadas que nos faz viver simultaneamente na realidade e na ficção; um olhar sobre a humanidade em que a ironia e o sarcasmo, marcas da lucidez implacável do autor, se combinam com a compaixão solidária com que o autor observa as fraquezas humanas. Escrita dez anos após a atribuição do Prémio Nobel, A Viagem do Elefante mostra-nos um Saramago em todo o seu esplendor literário.

José Saramago - Manual ​de Pintura e Caligrafia
"O ​Manual de Pintura e Caligrafia é uma obra ímpar no género da literatura autobiográfica entre nós e oferece-nos, no seu conjunto, um semental de ideias e uma carta de rumos da ficção de José Saramago até à data. Nele se fundem as escritas de uma complexa e rica tradição literária e a experiência de um tempo vivido nos logros do quotidiano e das vicissitudes da história, que será a substância da própria arte." Luís de Sousa Rebelo

José Saramago - Seeing
On ​election day in the capital, it is raining so hard that no one has bothered to come out to vote. The politicians are growing jittery. What's going on? Should they reschedule the elections for another day? Around three o'clock, the rain finally stops. Promptly at four, voters rush to the polling stations, as if they had been ordered to appear. But when the ballots are counted, more than 70 percent are blank. The citizens are rebellious. A state of emergency is declared. The president proposes that a wall be built around the city to contain the revolution. But are the authorities acting too precipitously? Or even blindly? The word evokes terrible memories of the plague of blindness that had hit the city four years before, and of the one woman who kept her sight. Could she be behind the blank ballots? Is she the organizer of a conspiracy against the state? A police superintendent is put on the case. What begins as a satire on governments and the sometimes dubious efficacy of the democratic system turns into something far more sinister. A singular novel from the author of Blindness.

José Saramago - Ensayo ​sobre la ceguera
Ensayo ​sobre la ceguera es la ficción de un autor que nos alerta sobre «la responsabilidad de tener ojos cuando otros los perdieron». «Dentro de nosotros hay algo que no tiene nombre, esa cosa es lo que somos.» Un hombre parado ante un semáforo en rojo se queda ciego súbitamente. Es el primer caso de una «ceguera blanca» que se expande de manera fulminante. Internados en cuarentena o perdidos en la ciudad, los ciegos tendrán que enfrentarse con lo que existe de más primitivo en la naturaleza humana: la voluntad de sobrevivir a cualquier precio. Ensayo sobre la ceguera es la ficción de un autor que nos alerta sobre «la responsabilidad de tener ojos cuando otros los perdieron». José Saramago traza en este libro una imagen aterradora y conmovedora de los tiempos que estamos viviendo. En un mundo así, ¿cabrá alguna esperanza? El lector conocerá una experiencia imaginativa única. En un punto donde se cruzan literatura y sabiduría, José Saramago nos obliga a parar, cerrar los ojos y ver. Recuperar la lucidez y rescatar el afecto son dos propuestas fundamentales de una novela que es, también, una reflexión sobre la ética del amor y la solidaridad.

José Saramago - La ​balsa de piedra
Una ​grieta abierta espontáneamente a lo largo de los Pirineos provoca la separación física de la península ibérica, que se aleja de Europa flotando en el Atlántico. La balsa de piedra es, en palabras del propio autor «una novela profundamente ibérica», relativa a «Portugal y al conjunto de los pueblos españoles, que siento que comparten una cultura común, una cultura que no es rigurosamente europea: es otro mundo, un mundo con un carácter tan fuerte, tan propio, que los pueblos de la Península deberían hacer un gran esfuerzo de entendimiento mutuo para resistir a las presiones de la cultura europea, que no es sino la cultura de los tres países dominantes, Francia, Alemania e Inglaterra.» La maestría expresiva de José Saramago sirve, pues, aquí a un audaz planteamiento narrativo que, en la mejor tradición de Swift o de H.G. Wells, apunta al centro mismo de una verdadera «cuestión palpitante»: las relaciones de los pueblos ibéricos con Europa.

José Saramago - Journey ​to Portugal
From ​the misty mountains of the north to the southern seascape of the Algarve, the travels of Nobel laureate José Saramago are a passionate rediscovery of his own land. Setting off in his veteran motor car, Saramago wants to travel _to_ Portugal, as well as through it: by making it his destination the acclaimed writer hopes to take stock of his native land as it hovers on the edge of the modern world. He is no typical guide - he avoids the "sights" in favour of a remote Romanesque church, a cobweb-ridden chapel, the local and the domestic - but, with his deep fount of memory and erudite knowledge, each encounter evoking the span of Portugal's history, he is anyone's idea of a delightful travelling companion.

José Saramago - Ensayo ​sobre la lucidez
Saramago, ​un escritor que se ha convertido en la conciencia lúcida de una época cegada por los mecanismos del poder, lanza una llamada de alerta: «Puede suceder que un día tengamos que preguntarnos"¿Quién ha firmado esto por mí?"». Es día puede ser hoy. «Aullemos, dijo el perro.» LIBRO DE LOS CONTRARIOS Durante las elecciones municipales de una ciudad sin nombre, la mayoría de sus habitantes decide individualmente ejercer su derecho al voto de una manera inesperada. El gobierno teme que ese gesto revolucionario, capaz de socavar los cimientos de una democracia degenerada, sea producto de una conjura anarquista internacional o de grupos extremistas desconocidos. Las cloacas del poder se ponen en marcha: los culpables tienen que ser eliminados. Y si no se hallan, se inventan. Los protagonistas de esta novela de Saramago, un inspector de policía y la mujer que conservó la vista en la epidemia de luz blanca de Ensayo sobre la ceguera, dan muestras de la altura moral que los ciudadanos anónimos pueden alcanzar cuando deciden ejercer la libertad.

José Saramago - Die ​Stadt der Blinden
In ​einer unbekannten Stadt in einem unbekannten Land wird ein Mann, der in seinem Auto sitzt und darauf wartet, daß die Ampel auf Grün schaltet, plötzlich mit Blindheit geschlagen. Aber anstatt in Dunkelheit gestürzt zu werden, sieht dieser Mann plötzlich alles weiß, als ob er "in einem Nebel gefangen oder in einen milchigen See gefallen wäre". Ein barmherziger Samariter bietet an, ihn nach Hause zu fahren (um ihm danach das Auto zu stehlen); seine Frau bringt ihn mit dem Taxi in eine nahegelegene Augenklinik, wo er an den anderen Patienten vorbei in das Behandlungszimmer gebracht wird. Innerhalb eines Tages sind die Frau des Mannes, der Taxifahrer, der Arzt und seine Patienten und der Autodieb allesamt Opfer dieser Blindheit geworden. Als die Epidemie sich ausbreitet, gerät die Regierung in Panik und beginnt, die Opfer in einer leerstehenden Nervenheilanstalt unter Quarantäne zu stellen. Dort werden sie von Soldaten bewacht, die den Befehl haben, jeden, der zu fliehen versucht, zu erschießen. So beginnt die Geschichte des portugiesischen Schriftstellers José Saramago über eine Menschheit im Belagerungszustand. Ein erheblicher Mangel an Absätzen, begrenzte Zeichensetzung und eingeschobene Dialoge ohne Anführungszeichen und Attribute erscheinen im ersten Moment als eine ziemliche Herausforderung, aber dieser Stil trägt tatsächlich zum Spannungsaufbau und zur Einbindung des Lesers bei. In dieser Gemeinschaft von blinden Menschen gibt es noch ein Paar sehender Augen: die Frau des Arztes hat ihre Blindheit nur vorgetäuscht, um ihren Mann in die Quarantäne begleiten zu können. Als die Zahl der Opfer wächst und das Asyl aus allen Nähten platzt, beginnt die Versorgung zusammenzubrechen: Toiletten laufen über, Lebensmittellieferungen kommen nur noch sporadisch, es gibt keine medizinische Versorgung für die Kranken und keine Möglichkeit, die Toten richtig zu begraben. Zwangsläufig beginnen die gesellschaftlichen Konventionen ebenfalls zu zerfallen -- eine Gruppe der blinden Insassen übernimmt die Kontrolle über die schwindende Lebensmittelversorgung und benutzt sie, um die anderen auszubeuten. Währenddessen bemüht sich die Frau des Arztes, ihre kleine Gruppe von blinden Schützlingen zu beschützen, und führt sie schließlich aus dem Asyl in die mittlerweile schrecklich veränderte Landschaft der Stadt zurück. Die Stadt der Blinden ist in vielerlei Hinsicht ein erschreckender Roman. Er liefert eine detaillierte Beschreibung des totalen Zusammenbruchs der Gesellschaft nach einer überaus unnatürlichen Katastrophe. Saramago treibt seine Figuren bis an den Rand der Menschlichkeit und stürzt sie dann in den Abgrund. Seine Charaktere lernen, in unfaßbarem Schmutz zu leben, sie begehen Akte unbeschreiblicher Gewalt und erstaunlicher Großzügigkeit, die vor dieser Tragödie für sie unvorstellbar gewesen wären. Die gesamte gesellschaftliche Struktur verändert sich, um sich den neuen Umständen anzupassen -- einer Welt, in der einst zivilisierte Stadtbewohner zu zerlumpten Nomaden werden, die sich auf der Suche nach Nahrung von Gebäude zu Gebäude tasten. Der Teufel steckt im Detail, und Saramago hat sich für uns eine Hölle ausgemalt, in der diejenigen, die auf der Straße erblindeten, niemals mehr ihr Zuhause finden werden, in der Menschen gezwungen sind, Hühner roh zu verspeisen, und Rudel von Hunden auf der Suche nach Leichen über die kotübersähten Bürgersteige streunen. Und dennoch, all diesem Horror hat Saramago Passagen von unübertroffener Schönheit entgegengesetzt. Als ihr von drei ihrer Schützlinge -- Frauen, die sie niemals sehen konnten -- gesagt wird, sie sei schön, "bricht die Frau des Arztes in Tränen aus wegen eines Personalpronomens, eines Adverbs, eines Verbs, eines Adjektivs, bloße grammatikalische Kategorien, bloße Etiketten, genau wie die zwei Frauen, die anderen, unbestimmte Pronomen, auch sie weinen, sie umarmen die Frau des ganzen Satzes, drei Grazien im Regen." Mit dieser einen Frau hat Saramago eine tapfere, vollentwickelte Figur geschaffen, die dem Leser als Augen und Ohren und als das Gewissen der Menschheit dient. Und er hat mit Die Stadt der Blinden eine gehaltvolle, letztlich transzendente Betrachtung geschrieben über das, was es bedeutet, Mensch zu sein.

José Saramago - Jézus ​Krisztus evangéliuma
A ​Názáreti Jézus életét fogalmazta újra a Nobel-díjas portugál író ebben a regényben. Saramago földi emberként állítja elénk Jézust, akinek sorsát két apa határozza meg. A mennyei Atya szellemi hatalmát, a vértanúhalál utáni dicsőség és világhír ígéretét hagyományozza rá, földi apja, József pedig a betlehemí gyermekgyilkosságban való felelősség súlyával terhelt és kereszthalállal beteljesedő sorsának gyötrelmeit. Jézus nem tud megbékélni József vétkével, ezért elhagyja a szülői házat, és hosszú éveket tölt egy titokzatos pásztorral és nyájával. Mikor elkóborolt bárányát keresve a pusztában találkozik Istennel, hazamegy, hogy elújságolja családjának, de még az anyja sem hisz neki, pedig ő az egyetlen, akinek sejtelme lehet Jézus fogantatásának rejtélyéről. A megkeseredett Jézus ezek után Mária Magdolnát választja társául, aki elkíséri őt az Isten által kijelölt úton, melynek során Jézus akarata ellenére válik Megváltóvá, mert felismeri, hogy nem menekülhet a mennyei Atya által rászabott végzettől, bár halála pillanatáig lázad ellene.

José Saramago - Caim
A ​história dos homens é a história dos seus desentendimentos com deus, nem ele nos entende a nós, nem nós o entendemos a ele.

José Saramago - Alabardas
Aquando ​do seu falecimento, em 2010, José Saramago deixou escritas trinta páginas daquele que seria o seu próximo romance; trinta páginas onde estava já esboçado o fio argumental, perfilados os dois protagonistas e, sobretudo, colocadas as perguntas que interessavam à sua permanente e comprometida vocação de agitar consciências. Saramago escreve a história de Artur Paz Semedo, um homem fascinado por peças de artilharia, empregado numa fábrica de armamento, que leva a cabo uma investigação na sua própria empresa, incitado pela ex-mulher, uma mulher com carácter, pacifista e inteligente. A evolução do pensamento do protagonista permite-nos refletir sobre o lado mais sujo da política internacional, um mundo de interesses ocultos que subjaz à maior parte dos conflitos bélicos do século xx. Dois outros textos – de Fernando Gómez Aguilera e Roberto Saviano – situam e comentam as últimas palavras do Prémio Nobel português, cuja força as ilustrações de um outro Nobel, Günter Grass, sublinham.

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